Never more so serious.

Some days ago I realize that taking people seriously can be bad for your health and happiness. People, on almost times, are contradictory and if you care what they do and say, you may become really hurt. Lies, loving games, revenges and comprehensionless are natural from humans and you can’t avoid these characteristics, unless you don’t care about these things. Is it hard? Probably. But you will suffer eternally if you don’t try. I bet you suffered because those things I post four lines above, didn”t you? I’m trying to give a shit for what other people want from me. I didn’t get it yet, but I will keep trying.

Dealing with passionate love, all this become three times more difficult. 1) Passionate love is possessive, because you want the person just for you and no one else. And all you now this is impossible. Failing on this hurts a lot. 2) It’s paradoxical, because don’t matter how much you suffer in love, you always keep trying to be with the loved person. Nobody can win a paradox. 3) It’s very hard to release yourself from passionate love. It’s something that sticks on you really strongly. And, as I say in the other paragraph, liberating yourself from taking care about other people think and do is the best way to be happy. Never be in love in your life. No matter the occasion. And be healthy mentally during all your time on Earth. 🙂 I’m in love? Not anymore. I wanna be in love? No.

Take action, go to the streets and make A LOT of noise! Fight for rights, for animals, for environment, for the end of capitalist exploitation and whatever else. There’s many things to do to relieve your mind from human thoughts. Be serious dealing with social and ambiental matters, but be kiddind all the time treating with heart matters. Focus on this and realize that life can be much simple, pleasant and useful.

Are you wondering why I wrote this in English? It was just to prove that we still the same no matter what language we speak and how many langauges we can speak. Our feelings and thoughts remain the same.

And why I wrote this kind of pessimist love advice? Well… this you will have to find out. 😛

PS> I’m not English teacher and I never was in a country that the official language was English, so if there are some mistakes, don’t care about it, ok? ^^

É dando que não se recebe.

O que autoridades fazem por você? O que religiões fazem pelo seu espírito? O que escolas fazem pelo seu pensamento? Talvez elas protejam você, te façam ficar feliz e te façam entender o mundo. Talvez elas façam justiça, te tranquilizem e te dêem sabedoria. Ou talvez elas apenas façam com que você ache que tudo que elas mostram é real. E ao fazerem isso, a verdade acaba ficando do lado delas.

Mas como acreditar quando a única coisa que elas fazem é prender você, bater em você, filmar você, duvidar de você, roubar você, enganar você, dissimular, usar você? Em troca do seu suor e da sua mente, você recebe dinheiro para fazer sua própria manutenção para estar vivo e ser usado no dia seguinte. Pela sua honestidade à elas você respira poeira e tem a falsa sensação que sentiu a liberdade alguma vez na sua vida.

Com a máscara de ordem social, a desigualdade e a prepotência causada por essa civilização têm como meta permanecer em nossas vidas pela eternidade sem ser incomodada. Resta saber se nós (digo o planeta inteiro) queremos metal e poeira em nossas veias por esse tempo todo.

A cafeína consegue trazer à tona certas incoerências…

E pensar que eles se dizem alternativos e joviais. Mas acabam por serem velhos chatos e entendidos do conservadorismo ocidental. Na verdade eles até optaram por essa linha de progresso travado. Nada mais hipócrita que achar que arte tem forma definida e lugar próprio para acontecer e ainda sorrir pra gente nos corredores e se dizerem orgulhosamente proletários. Talvez eles até necessitem de desigualdade social para terem com o quê se identificar e, falsamente, como quê se agarrar e mostrarem seus status de lutadores sociais para as menininhas.

Não vou me ater muito a isso, prefiro ser conciso nisso tudo. Dá pra entender melhor. Só queria dizer que dar um soco na cara de um inocente só porque você está em estado de frenesi é mostrar claramente a falta de controle que se tem sobre si mesmo. É responder injustiça com injustiça. É deixar nítido que ainda não se conseguiu largar o autoritarismo. Sem mais.

Diferença não se faz com cerveja a 1 real nem com sinuca nem com cigarro de palha e nem com verba privada. Tentar achar uma saída para o precipício logo à frente não vai poder ser feita com formalidades.

OBS: Um monitor LCD  de 19″ com o escrito “pão” na tela pendurado numa porta é arte? Hum………

Pra relaxar, um clipe de uma banda de ska-core estadunidense chamda Streetlight Manifesto. Segue a letra embaixo. Não tem nada a ver com o texto de hoje não. risos.

Would You Be Impressed?

Streetlight Manifesto

Composição: Thomas Kalnoki

Would you be upset if I told you we were dying?
And every cure they gave us was a lie?
Oh! They mean it when they say we’re dead and doomed
And every single symptom brings us closer to the tomb
And who will take the credit for our swift impending fall
Because it’s not my fault

Would you be impressed if I said that the dead would help us counting
Every single moment that we waste our time?
All the time we’re spending vaccinating this disease
I just get dizzy when I think of all the ways we try to hide our maladies
WE wine, we dine, and everything is fine
Because it’s not my fault

Not you’re upset because you finally got the notion
That everything you had is spinning down the drain
Oh! Do you mean it when you beg and pray and plead?
Your “Giveittomegiveittomegiveittomegiveittome all those things we need”
And what, pray tell, will you whimper when your number will be called
You’ll say “It’s not my fault”

Go! Now! The others they’ll await you
And every single one among the lot of you will have your turn
Ai Ai Ai Oh Oh OH
Like moths that fly into the flame it always ends up so
You scream: “Not me! Take anybody else!
Because it’s not my fault!”

I had a dream last night where everyone was trying
Subconsciously I knew it was a lie
And when I woke I knew it was time to pray
To make amends before the end, before my judgment day
I looked around, I stood alone, I knew what I had to say
I said “It’s all my fault”

Lenha na fogueira.

Taí o diploma em ação.

Michael Jackson morreu…

… e você também.

Separar para juntar (poesia: Até o fim)

Renegados de nossa natureza, mortos para os que passam ao nosso lado. Renegamos nossa própria natureza, matamos aqueles que passam ao nosso lado. Essa realidade paradoxal entre querer viver feliz e deixarmos esse desejo sempre para depois pouco nos faz refletir sobre desejos mais sinceros e mais íntimos. Na verdade acabamos por nos preocupar demais com pequenas coisas e esquecemos – ou nos fazem esquecer – as maiores. Afinal, temos representantes que existem para resolver os grandes problemas da humanidade. Mas como isso é possível se a única pessoa que sabe o que você quer e tem noção dos seus anseios é você mesmo?

Esse distanciamento apático e induzido acaba por nos levar ao mais completo estado de passividade em relação ao caminho que estamos traçando. Inevitavelmente a um precipício sem onde se segurar.

Enquanto discussões nos impedem de agir, morremos a cada instante por não darmos importância a nós mesmos e colocarmos acima de tudo a incessante busca humana por poder.

portfolio1Vivendo e trabalhando na sombra de um sistema que impede de olharmos nos olhos uns dos outros. Progresso para uns e restos para outros. Lixo da civilização para todos.

Nessas sombras esquecidas

Tento encontrar meu lugar

Mas parece que nossas vidas

Não tem onde se encontrar

portfolio2

Jogar nossos incômodos num canto que nunca olharemos é uma boa estratégia para seguir em frente com um sorriso sem culpa. Seria excelente se todos pudessem fazer o mesmo e ninguém fosse algo a se esquecer.

Não estou em seus pensamentos

Fico escondido aqui no escuro

Esperando os carros passarem

E jogarem seus restos em mim

portfolio3Mesmo estando lado a lado, compartilhando o mesmo espaço, respirando o mesmo ar, procurando pelas mesmas coisas e querendo amor, a distância que nos separa é maior que nossa semelhança. A indiferença fica clara.

Nossos corpos se conectam

Mas ainda não sinto você

Debaixo do mesmo teto

Uma parede nos separa


portfolio4Os destroços de uma sociedade em ruínas nos atinge da pior forma possível: levando-nos junto. Uma sociedade que se destrói usando como dinamite a apatia, a fragmentação, a artificialização, a frieza e o isolamento. Só nos resta fugir desse desmoronamento.

Pra quê essa separação?

Se quando tudo cair iremos juntos

Ruínas de uma civilização

Que nos deixará mortos

portfolio5E então a bela máscara que nos impede de ver toda a sujeira que cresce e nos empurra para um futuro incerto se despedaçará tornando evidente que não era o que estávamos fazendo o que realmente queríamos para nós mesmos.

E quando as coisas belas

Vierem à tona

E tudo que nos impedia

For quebrado

Aí veremos o quanto

Andamos pra frente

Olhando para trás.

Afinal, o que realmente importa?

É incrível. Parece que a falta de assunto e de discussões sérias chegou num ponto em que é passível de preocupação a capacidade humana de distinguir o que vale a pena permanecer em pauta na sociedade, dos fatos que não mudarão nem um grão de areia de um lugar para outro. Ou pode ser que esse lapso de questões que realmente fazem as pessoas pensarem e causam mobilidade social seja proposital. Apesar da segunda hipótese ser mais grave, tem pouca importância diferenciá-las, já que o resultado é o mesmo no final: perda de tempo (daqueles que não tem tempo a perder).

Falo isso tomando como ponto de partida a péssima decisão que Silvana Mascagna teve em publicar uma inútil matéria no jornal “O Tempo” colocando em xeque a responsabilidade materna da cantora de axé Claudia Leitte. Matéria mesquinha, com o claro intuito de criar picuinhas pessoais e longe de exercer algo de jornalístico simplesmente pelo fato de atacar a pessoa e não o problema de forma geral, que seria mães que supostamente deixam de cuidar de seus filhos para exercerem uma profissão. Pergunto-me se uma jornalista não tinha realmente mais nada para escrever em sua coluna, afinal como ela própria disse no início do texto, “sugerir assunto é muito comum aqui na redação. Vira e mexe vem alguém pedir para eu escrever sobre isso ou aquilo”. Ou ás vezes ela estava necessitando rapidamente de audiência para sua coluna e fez o que fez.

Acho que o único acontecimento aceitável a nível de motivação foi a resposta de Claudia Leitte, publicada em seu blog, à matéria de Mascagna, uma vez que ninguém vai deixar uma pessoa criticar publicamente sua vida pessoal e não tomar nenhuma atitude a respeito. Todos querem manter uma boa imagem à frente da opinião pública. Com Claudia Leitte não é diferente. Silvana duvidou de sua maternidade e Claudia interveio para dizer que é uma boa mãe, nada mais plausível que isso. Não quero tomar partido, só estou criticando o fato de divergências pessoais virem a ser publicadas em veículos de grande circulação, deixando de exercer o verdadeiro papel do jornal, que é informar e não de sensacionalizar para vender.

É irrelevante para minha vida e para todos que vieram a acompanhar o caso. É uma boa fofoca entre amigos e amigas num bar, mas extremamente ignóbil e desnecessário levar um caso isolado desses para a mídia. O mundo é enorme e a cada esquina acontece algo. É lógico que pautas sérias que geram incomodação nas pessoas não faltarão.

Agora só nos resta saber se esse vai continuar sendo o caminho que a grande mídia vai seguir, de falta de compromisso com as pessoas e de abafamento de discussões relevantes ou ela mudará sua forma de agir e começará a raciocinar com base no que compõe sua estrutura (ou seja, pessoas) e não olhando para o próprio bolso.

Amizade pride!

Existe por aí um lugar onde convivem 5 pessoas e dizem que ali elas trocam idéias para o mundo todo ver. Ás vezes tudo ali seja mentira, mas fato é que é real.

Temos nesse espaço um semi-playsson com todo seu jeito descolado e com suas vestimentas modernetes. Um “real emo” pra dar aquele tom sentimental nas relações internas. Um cara que mora na periferia e tem um jeitão todo grosso de ser, para equilibrar com toda a elegância e pacifismo da única femme do grupo todo. E por último, o autor desse post aqui, que não tenho o que falar sobre ele.

Esses 5 se conhecem faz algum tempinho. Têm um convívio bastante estável e mergulhado em hilárias aventuras que todos acabam por se lascarem. Mas fazer o quê… me parece que ligações pessoais ficam mais fortes nos momentos de total desgraça. Mas é lógico, todos se divertem no final.

Ainda que seja um lugar virtual, não descarta a idéia de responsabilidade por parte dos membros de resguardarem o espaço de forma que não corroam os pilares que o sustentam. Nossa, mas os pilares são el@s própri@s! Os membros!

Mas onde já se viu 5 pessoas dividirem o mesmo pequeno espaço? Ainda mais 5 pessoas tão diferentes e com idéias de vida tão distintas. E, saquem só: todo mundo lá dentro tem a mesma envergadura moral(?) pra fazer o que bem entender do espaço. Sem barreiras para limitar ações, é lógico que risadas não serão caladas e nem desabafos serão ignorados. Afinal, ali existe sentimento. Existe amizade.

Aí você pode ver toda a falta de compromisso com a hierarquia e com a moral dominante que insiste em nos dizer que necessitamos de limites para nossa fala e nossos atos. Aí você pode ver toda a aleatoriedade da subjetividade de cada ser desse lugarzinho. Aí você pode ver tudo caminhando descontroladamente e funcionando direitinho.

http://aivocepodever.wordpress.com(passe o mouse em cima e…)

Bem-vinda ao meu ódio.

Tempo é uma coisa preciosa e não pode ser devolvida ou ser pega de volta em caso de arrependimento. Perca-o e veja que nem ouro vale mais que o tempo. Deixe de usá-lo para seu bem e perceba que nenhum remédio pode curar seu passado. Mas pior ainda é quando alguém rouba esse tesouro único de você, afinal ele não pode ser ressarcido por nenhuma moeda de troca. O que passou não pode vir parar no presente e ser mudado e o ladrão do seu tempo não pode ser julgado. O tempo ainda não encontrou seu lugar no mercado. Além de dinheiro, tempo também é vida. Roubar tempo é roubar vida.

Durante um mês, aguentei as piores 6 horas do meu dia para aprender inutilidades para minha vida. Aprendendo como ser idiota o bastante para ser xingado e devolver sutilezas só para não ser xingado e humilhado mais ainda. Ali notei que tudo me cercava para ser como manda o figurino, câmeras para todo lado me vigiando, captando cada passo meu, cada palavra que saía da minha boca. Custou-me um mês o fato de não conseguir me enquadrar no que você chama de “colaborador”. Colaborador com o aumento da sua taxa de lucro e diminuição do tempo de vida realmente vivida das pessoas.

Se eu não faço o seu perfil é porquê eu ainda não sou alienado o bastante para aceitar calado tudo o que você me fala e nem lerdo o suficiente para não ficar atento à tudo que acontece ao meu redor. Se não faço seu perfil é pelo fato de não levar muito a sério minha prostituição por 3 dígitos na minha conta todo mês e por ainda querer viver e ser ator da minha própria vida.

Amizade é uma coisa linda. Pressupõe compartilhar felicidade, fidelidade, amor, risadas. É também trocar calor, não mentir e poder desabafar. Deixar seus amigos serem como são e te deixarem você ser como é demonstra compaixão para poder seguirmos. Amizade é, principalmente, não roubar nada de seus amigos e sempre ter consideração por eles. Você conseguiu fazer isso tudo ao contrário. Parabéns, você acaba de ganhar um inimigo.

Seja eternanente bem-vinda ao meu ódio, AeC.

alvo-do-meu-odio1

Juntos seremos superiores.

Nascendo, vivendo e morrendo sem sequer viver sua simples vida. Trabalhando incessantemente como escravos sem sentimentos. Sendo mortos aos milhões a cada dia por serem vistos como coisas e não como seres.

É nessa terrível situação que se encontram os animais não-humanos. Digo animais não-humanos pois, mesmo tentando se livrar dessa denominação, nós humanos também somos animais. Assim como nós queremos ser tratados com respeito, os demais animais também desejam o mesmo. Todos vivemos no mesmo mundo, todos queremos viver em harmonia na nossa casa. E então por quê ainda nos achamos tão superiores a ponto de subjugar todo o resto do planeta Terra aos nossos pés?

Não, nós não somos superiores á nenhuma espécie. Cachorros possuem melhor olfato que nós, gatos maior destreza, vacas maior força, tigres maior velocidade. Toda espécie de animais não-humanos, sem exceção, possui uma característica que supera o ser humano. E o que nós possuímos de tão maior que nos dá o pressuposto de permanecermos num pedestal jogando pedras a todos que estão abaixo? Arrogância e egoísmo.

Essa é nossa lógica de raciocínio: achar que somente nós possuímos intelecto suficiente para pensar.

Como o leão consegue calcular a distância entre ele e a presa, para dar o bote, sem um raciocínio matemático? Como um cão consegue perceber que estamos nervosos sem possuir sentimentos? E como uma vaca consegue chorar e recuar no corredor do abatedouro sem ter medo da morte? É simples. Todos os animais possuem inteligência, todos raciocinam, sentem dor e amor, têm famílias. Mas nenhum acredita ser superior a outro por ter isto ou aquilo melhor que outra espécie. A não ser uma exceção.

Essa exceção sim acredita que por conseguir escrever, construir armas e prisões e se artificializar cada vez mais, tem o direito de escravizar todos os demais habitantes do planeta.

Vamos descer desse palco que nós montamos para nós mesmos e jogar abaixo a parede que nos separa de nossa relação pacífica com os animais não-humanos. Quanto mais pertos uns dos outros, mais poderemos aprender mutuamente.

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